Passagens

ORCAMENTO BUROCRACIA

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Na preparação de uma Volta ao Mundo, o momento da compra das passagens aéreas é a linha decisiva: é sério mesmo! vamos partir! Antes de ter os e-tickets nas mãos, o quebra-cabeça para acomodar possiblidades financeiras e desejos de destinos é, na verdade, puro prazer – para aqueles que gostam de ter o controle total de sua viagem.


tickets

Ninguém é obrigado a organizar sozinho. Porém, se você decidir de fazê-lo, vai metrisar uma parte de sua viagem que ficaria nebulosa: como funciona uma passagem de Volta ao Mundo. As companhias aéreas estão reunidas em alianças: aquela que agrupa o maior numero de destinações é StarAlliance; mas ela não é a lider mundial, este lugar é ocupado pela OneWorld – pioneira dos passes Volta ao Mundo; em terceira posição, SkyTeam. As companhias brasileiras não fazem parte, atualmente, de nenhuma aliança.
O principio de uma passagem de Volta ao Mundo é igual em todas as alianças: você tem que atravessar o oceano pacifico e o oceano atlântico sem nunca retroceder no sentido da viagem (leste-oeste ou oeste-leste) até chegar à cidade de saida. O bilhete vale por um ano. A formula pode variar entre uma passagem baseada em milhas ou em segmentos de viagem – percurso entre duas cidades, de avião ou por terra. Esta ultima se tornou a mais procurada, especialmente, na OneWorld. Ela permite para aqueles querendo fazer uma Volta ao Mundo « rapidinha » de atravessar o planeta por uma média de 2 mil euros. As passagens baseadas em milhas – disponiveis nas três alianças – têm também um numero maximo de escalas, porém, o preço é fixado segundo a « quilometragem »: 29 mil, 34 mil ou 39 mil milhas. Eh importante lembrar que todas as alianças consideram os percursos efetuados por terra como parte integrante da passagem Volta ao Mundo. Por exemplo, se você aterrisa em Los Angeles e decide ir até Nova York de carro, onde você voa para a Europa, o bilhete Volta ao Mundo vai considerar uma linha reta entre as duas cidades e incluir a distância no calculo.

alliances

Se você quiser organizar sua viagem independentemente, OneWorld e StarAlliance oferecemprogramas ligados às suas base de dados com todos os vôos de suas companhias. Eh um bom exercicio de geografia! Tem um mapa interativo que permite traçar o trajeto escolhido e, à cada etapa, escolher o voo que mais conveniente. Uma dica importante são os hubs – cidades que servem de conexão para os voos: Londres, Frankfurt, Dubai, Hong Kong, entre outras. As vezes, você pode ficar preso em uma cidade que parece impossivel de ligar à proxima destinação: experimente passar por uma cidade hub, e talvez, a ligação sera possivel. Esteja certo, não sera de primeira que você vai conseguir montar o seu itinerario, mas, certamente, depois de algumas tentativas. Quando o trajeto estiver pronto, o programa vai propor o contato com uma das companhias da aliança para a compra da passagem. Uma dica: dominar o inglês é importante na hora de procurar o nome das cidades mas também no momento da reserva da passagem, quando a troca de e-mails sera, provavelmente, em inglês.
Se esse método parece muito complicado para você, existem agências de viagem especializadas em Volta ao Mundo – todas acessiveis pela internet.

Voos extras

billetstdmAs vezez, mesmo analisando bem o itinerario, não conseguimos chegar – dentro de uma formula Volta ao Mundo – à um bom trajeto. A solução, nesse caso, é a compra de alguns voos extras. Mas atenção, se você fez economias comprando um bilhete Volta ao Mundo, não foi pra gastar a diferença com outros voos. As alianças aéreas propoem também alguns Pass (para a Asia, a Africa, a Europa, o Pacifico, meia-Volta ao Mundo) que podem ser adicionados ao bilhete inicial. O ideal, porém, é procurar alternativas com companhias low-cost – elas estão em todo lugar – para fazer a ligação entre duas cidades ainda separadas. Um exemplo, em vez de comprar um Asia Pass com a StarAlliance por 1,1 mil euros, encontramos os dois voos que precisavamos no site da AirAsia – a maior low-cost da Asia – por 180 euros .


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