Think Different. It’s not a Mac.
Desejo de despejar o que vem a cabeça enquanto se ouve música. Vejo uma foto de parte dos 90 canais de A, enquanto escuto uma canção que diz que estamos aqui de passagem. Tchê… Estou sentando no sofá preto do apê. É quase uma da madrugada e não consigo dormir. Pego o computador que guardei na mochila durante a tarde. Está quase sem bateria. Até há pouco arriscava umas notas no contra-baixo. Droga. Fazia uns três meses que não tocava. Achei que estivesse enferrujado, mas saiu um som razoável. É o que ela sempre me diz. Recebo impulsos e concluo tendo impressões. Normal. Pinta aquele desejo de descobrir, encontrar e voltar a procurar o que seja, que mais parece uma angústia que não se explica. Certo de que se atirar uma pedra descubro milhares que analisam a existência inspiradora, que sacia e estimula ao mesmo tempo mais, mais, mais! Pura criação mental e articulação espiritual. Sempre inquieto parece ser lema da minha espécie quase maternal. É uma espécie dependente não-química do desvendar. Ei, não é pra fazer sentido algum, apenas pra mim. É madrugada. E nessas horas, o ar consegue ficar mais gelado do que no resto do inverno. Bosta de visão eurocentrista!!!




















